Advertisement

Cases com magnetizadores são opção à proibição de celulares nas escolas

Advertisement

Resumo O Estado de São Paulo proibiu o uso de celulares nas instituições de ensino, e uma startup criou cases individuais para cumprir a nova lei.

Foto: Freepik

O uso de celulares nas instituições de ensino do Estado de São Paulo, tanto públicas quanto privadas, está proibido a partir desta semana. Nesse contexto, surge a necessidade urgente de entender como essa teoria se traduzirá na prática. As escolas e os governos que aderirem à nova legislação terão um curto período de férias para se adequar às novas diretrizes. A discussão é complexa, uma vez que os smartphones são propriedade privada, o que levanta questões sobre a possibilidade de serem retirados dos alunos sem o devido consentimento.

Em resposta a essa nova realidade, a Zippy, uma startup de tecnologia focada no desenvolvimento de produtos para o setor educacional, lançou uma solução inovadora: uma “capinha” individual que garante 100% de conformidade com a nova lei. Esses cases de Neoprene são projetados para acomodar aparelhos de qualquer tamanho, marca ou modelo, e permanecem lacrados por magnetizadores de tecnologia importada durante todo o horário letivo, evitando que os alunos tenham acesso aos dispositivos, inclusive a notificações.

É um produto simples, universal e prático, fácil de usar para qualquer faixa etária e em qualquer escola do Brasil. Trata-se de uma solução permanente que permite à escola implementar uma política de controle sem se responsabilizar pelos dispositivos, o que também minimiza possíveis conflitos entre estudantes, responsáveis e professores”, explica João Pismel, sócio da Zippy. “Com uma política institucional clara, a fiscalização deixa de ser uma tarefa dos professores, que não têm essa função como parte de suas atribuições, beneficiando todas as partes envolvidas”, acrescenta.

O Projeto de Lei nº 537/2023, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) em 5 de dezembro de 2023, foi sancionado pelo Governador Tarcísio de Freitas (PL) duas semanas depois, em 19 de dezembro. Os novos cases já estão sendo distribuídos em colégios da capital. “Estamos concentrando nossos esforços na rede privada para apresentar e consolidar a eficácia do nosso produto. Após estabelecermos parcerias com essas instituições, estaremos prontos para expandir nossa atuação na rede pública, garantindo que todas as escolas possam se beneficiar de uma solução inovadora e confiável para o cumprimento da nova legislação”, revela Pismel.

A nova normativa, regulamentada pela Lei nº 17.600, está sendo implementada gradualmente nas unidades de ensino e tem como objetivos principais: 1) minimizar distrações e melhorar o foco e o desempenho dos alunos nas atividades pedagógicas, já que o uso dos aparelhos será restrito durante o horário letivo, exceto em situações específicas autorizadas por professores ou pela direção; 2) combater o bullying virtual e reforçar a educação digital; 3) reduzir o uso inadequado dos dispositivos para entretenimento; e 4) fomentar a interação social no ambiente escolar.

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha em outubro de 2024 revelou que 65% dos pais, mães e responsáveis por adolescentes entre 12 e 18 anos apoiam o banimento do uso de celulares nas escolas. Além disso, 62% dos entrevistados se mostraram contrários ao uso de smartphones e celulares, mesmo durante os intervalos.

“Cada unidade de ensino pode decidir se as capinhas ficam com os alunos ou se permanecem na escola, distribuindo os desacopladores em pontos estratégicos. Os estudantes chegam ao colégio, colocam seus celulares na capinha, trancam e, ao final do dia, realizam a desmagnetização. Oferecemos garantia e manutenção, e os magnetizadores são entregues proporcionalmente ao número de usuários”, detalha Pismel.

“Dessa forma, as escolas não assumem o risco de armazenar os celulares, evitando perdas e danos, e conseguem demonstrar ao governo e aos órgãos fiscalizadores uma política ativa de implementação da lei”, conclui.

Agora, tal proposta pode se tornar uma lei federal. Aprovado pela Câmara dos Deputados em 27 de setembro e pelo Senado em 18 de dezembro do ano passado, o projeto de lei nº 2.308/2023 estabelece regras para o uso de celulares nas escolas de todo o Brasil, preconizando os mesmos escopos estabelecidos em São Paulo. O texto deve ser sancionado em breve pela Presidência da República e entrar em vigor ainda em 2026.

(*) inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.

watch Watch AD
Unlock More

Advertisement

Valorização, robustez e confiança: por que esta picape segue imbatível no Brasil em 2026
Valorização, robustez e confiança: por que esta picape segue imbatível no Brasil em 2026
Vasco reabre negociação para contratar Brian Rodríguez
Vasco reabre negociação para contratar Brian Rodríguez
está no mercado em busca de um atacante de velocidade e o favorito da diretoria é o uruguaio Brian Rodríguez. De acordo com o canal Atenção Vascaínos, o clube demonstra interesse e reabriu negociação para contratar o atleta de 24 anos, que pertence ao América do México. O nome do jogador seria a tratativa que estava no "sigilo".
知らないと損!東京都の“無料歯科検診”最新情報:対象者・予約方法・本当に無料になる条件
知らないと損!東京都の“無料歯科検診”最新情報:対象者・予約方法・本当に無料になる条件
東京都では、虫歯・歯周病の早期発見を目的とした「無料歯科健診」が広がりつつあります。しかし、実際には「誰が無料なの?」「本当に0円?」「どこで受けられるの?」といった疑問が多く、制度を使いこなせていない人が少なくありません。ここでは東京都で受けられる無料歯科検診を、対象者・予約方法・補助制度・人気の地域(新宿・渋谷・板橋など)に分けて詳しく解説します。1. 無料になるケース(知らない人が多い!)東京都では以下の人が無料または格安で受けられます:中学生までの子ども(東京都子ども医療助成制度)妊婦(妊産婦歯科健診)40歳以上の成人歯科健診(区市による)生活習慣病予防検診の一部区のキャンペーン時(年1〜2回)特に妊婦歯科健診は自治体負担で0円のことが多く、利用率が非常に高まっています。2. 東京で人気の無料歯科検診エリア住民利用が多い地域:新宿区:成人歯科健診の補助が手厚い渋谷区:妊産婦健診が充実板橋区:子ども向け健診の口コミ評価が高い大田区:高齢者向け歯周病検診が人気3. 無料でも受けられる検査内容虫歯チェック歯周病リスク評価噛み合わせ診断歯石チェック口臭測定対応クリニックもあり追加治療は

Advertisement